Carol Dartora destaca 14 anos da Lei de Cotas como política estrutural de inclusão e justiça social no Brasil

Inclusão que fortalece a ciência e a inovação

A deputada federal Carol Dartora (PT-PR) celebrou os 14 anos da Lei de Cotas, destacando a consolidação da política como um dos principais instrumentos de democratização do acesso ao ensino superior no país. Para a parlamentar, a legislação representa um marco de reparação histórica e de promoção da equidade social e racial no Brasil.

Instituída em 2012, a Lei de Cotas assegura a reserva de 50% das vagas em universidades e institutos federais para estudantes oriundos da rede pública. Ao longo de sua implementação, a política não apenas ampliou o acesso à educação, como também promoveu mudanças estruturais no perfil socioeconômico e racial das instituições de ensino superior, contribuindo para uma transformação significativa no ambiente acadêmico brasileiro.

O aniversário da lei ocorre em um contexto de aprimoramento institucional, impulsionado pela revisão aprovada em 2023. As atualizações ampliaram o alcance social da política ao incluir quilombolas entre os beneficiários das subcotas e ao ajustar o critério de renda familiar, garantindo maior focalização nas populações em situação de vulnerabilidade.

Inclusão que fortalece a ciência e a inovação

Para além dos indicadores de acesso, a deputada ressalta os impactos qualitativos da política de cotas na produção científica nacional. Segundo Dartora, a ampliação da diversidade social e racial nos espaços acadêmicos tem impulsionado novas agendas de pesquisa, ampliado perspectivas e fortalecido o caráter democrático da ciência brasileira.

“Celebramos 14 anos de uma política pública efetiva, que promove transformação social e reparação histórica. Em um país ainda marcado por profundas desigualdades, as cotas se afirmam como um instrumento essencial de justiça social”, afirmou a parlamentar.

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Na avaliação da deputada, a política contribuiu decisivamente para redefinir o perfil do ensino superior brasileiro, ampliando a presença de estudantes negros, indígenas e oriundos das periferias. “Essa inclusão fortalece a produção de conhecimento, estimula debates inovadores e projeta um futuro mais diverso e comprometido com a realidade do país”, completou.

Estrutura atual da política

Com a atualização de 2023, o modelo de seleção pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) passou a adotar critérios que ampliam a eficiência e a equidade no preenchimento das vagas:

  • Prioridade à ampla concorrência: todos os candidatos concorrem inicialmente às vagas gerais, sendo as vagas reservadas destinadas aos estudantes que não atingirem a nota de corte, o que amplia a ocupação total das vagas por egressos da rede pública;
  • Público beneficiário: estudantes de escolas públicas, com subcotas destinadas a pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência.

Ao completar 14 anos, a Lei de Cotas se consolida como uma política pública permanente e estruturante, reconhecida como patrimônio da educação brasileira e elemento central na construção de um país mais justo, diverso e igualitário.

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