Esta cartilha nasce desse compromisso: democratizar o conhecimento, fortalecer o debate público e garantir que as vozes historicamente silenciadas — indígenas, quilombolas, ribeirinhas e periféricas — ocupem o centro da agenda ambiental. Reunimos aqui reflexões, dados e práticas que ajudam a compreender o racismo ambiental e, principalmente, a pensar soluções coletivas e transformadoras.
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